MEIO AMBIENTE

Municípios do AM apresentam boa qualidade do ar nesta quarta (2)

Levantamento do SELVA mostra ar respirável na maioria dos municípios amazonenses, mas Itamarati registra índices alarmantes de poluição atmosférica.
Redação Portal Norte
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Vários municípios do Amazonas (AM) apresentam, nesta quarta-feira (2), uma qualidade do ar classificada como “boa”. Dados do Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (SELVA) indicam que os níveis de poluição atmosférica estão dentro dos limites seguros para a saúde pública.

Em Manaus, os índices de poluição variam entre 5 e 8 micrômetros por metro cúbico (µg/m³). O SELVA considera a qualidade do ar “boa” para níveis que vão de 0 a 25 µg/m³.

Qualidade do ar é “boa” nesta quarta (2) na capital amazonense – Fonte: SELVA APP.

Qualidade do ar em municípios do AM

A qualidade do ar em vários municípios do AM foi classificada como “boa” e “moderada”, exceto em Itamarati, que apresentou um nível alarmante de 83 µg/m³ e se classifica na categoria “muito ruim”.

Os municípios que registraram qualidade do ar na categoria “moderada” incluem:

  • Amaturá: 33 µg/m³;
  • Lábrea: 28 µg/m³;
  • Apuí: 27 µg/m³; e
  • Anamã: 26 µg/m³.

Por outro lado, os locais com índices considerados “bons” são:

  • Canutama: 21 µg/m³;
  • Eirunepé: 21 µg/m³;
  • Atalaia do Norte: 18 µg/m³;
  • Autazes: 18 µg/m³;
  • Novo Aripuanã: 16 µg/m³;
  • Pauini: 16 µg/m³;
  • Manaquiri: 13 µg/m³;
  • Barreirinha: 13 µg/m³;
  • Itacoatiara: 12 µg/m³;
  • Juruá: 12 µg/m³;
  • Careiro Castanho: 11 µg/m³;
  • Borba: 11 µg/m³;
  • Fonte Boa: 11 µg/m³;
  • São Sebastião do Uatumã: 10 µg/m³;
  • Urucará: 10 µg/m³;
  • Jutaí: 10 µg/m³;
  • Manacapuru: 10 µg/m³;
  • Parintins: 7 µg/m³;
  • Novo Airão: 6 µg/m³;
  • São Gabriel da Cachoeira: 6 µg/m³;
  • Tefé: 6 µg/m³; e
  • Silves: 5 µg/m³.

Amazonas registra mais de 22 mil queimadas em 2024

O estado do Amazonas contabilizou 22.114 queimadas nos primeiros nove meses de 2024, com 97% desse total registrado entre julho e setembro, totalizando 21.448 registros. Os dados são do programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Este ano é o mais crítico em termos de focos de calor desde 1998, quando o Inpe iniciou a coleta de dados. Comparado ao mesmo período do ano passado, houve um aumento de 48% no número de focos de calor.

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