TURISMO AMAZÔNIA

COP30: conheça o Porto Futuro II, uma das maiores áreas portuárias turísticas do Brasil

Com 70% de execução concluída, o complexo portuário em Belém será inaugurado durante a COP30 em novembro de 2025, integrando museu, centro gastronômico e espaços culturais.
Redação Portal Norte
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As obras do Porto Futuro II, localizado em Belém, no Pará, estão em ritmo acelerado para serem concluídas a tempo da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá em novembro de 2025.

Com 70% da execução já concluída, o empreendimento promete se tornar uma das maiores áreas portuárias turísticas do Brasil, integrando atividades econômicas relacionadas ao turismo, cultura, lazer e gastronomia.

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O Porto Futuro II não apenas valorizará o patrimônio imaterial dos povos da Amazônia, mas também contribuirá para a revitalização urbana da região.

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Obra já está 70% concluída – Foto: Bruno Cecim/Agência Pará

A estrutura metálica dos armazéns passou por um moderno mapeamento a laser, garantindo precisão e qualidade na restauração.

O complexo contará com sete guindastes restaurados, sendo um deles transformado em um mirante para visitação.

Estrutura:

  • Armazém 4A: Abrigará o Museu das Amazônias, um espaço dedicado à riqueza cultural e natural da região.
  • Armazém 4: Será o Centro Gastronômico, destacando a culinária local e os sabores amazônicos.
  • Armazéns 5 e 6: Abrigarão o Parque de Bioeconomia, focado em soluções sustentáveis e inovação.
  • Armazém 6A: Receberá a Caixa Cultural, a primeira da região Norte, promovendo atividades artísticas e culturais.

A COP30 trará representantes de todo o mundo para Belém, e a cidade está passando por uma série de obras e melhorias para receber o evento com excelência.

Outras obras também estão em andamento na cidade sede do evento.

O Porto Futuro II será um dos grandes destaques, consolidando-se como um espaço que une desenvolvimento econômico, preservação cultural e sustentabilidade.

Com sua conclusão, o empreendimento não apenas impulsionará o turismo na região, mas também se tornará um símbolo da integração entre o progresso e a valorização da identidade amazônica.