O consumo excessivo de refrigerantes tem forte ligação com o aumento da obesidade, diabetes e doenças cardíacas, especialmente entre crianças e adolescentes.
Esses problemas de saúde motivaram discussões sobre a taxação dos refrigerantes no “imposto do pecado”, que visava reduzir o consumo de açúcar, que pode ter efeitos irreversíveis no corpo, e combater doenças crônicas.
Quanto açúcar tem nos refrigerantes mais populares?
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um consumo diário de açúcar de no máximo 25 g para adultos com uma dieta de 2 mil calorias.
Para crianças e adolescentes, a recomendação é ainda menor, variando de 18,75 g a 25 g. Confira a quantidade de açúcar em uma lata de 350 ml dos principais refrigerantes do Brasil, que no geral é mais do que nas cerveja:
- Coca-Cola: 37 g de açúcar
- Schweppes: 37 g de açúcar
- Sprite: 36 g de açúcar
- Fanta Laranja: 35 g de açúcar
- Dolly Guaraná: 34 g de açúcar
- Guaraná Antarctica: 26 g de açúcar
- Pepsi: 24,15 g de açúcar
- Kuat: 23 g de açúcar
- Fanta Uva: 19,95 g de açúcar
- Sukita Laranja: 17 g de açúcar

Quais são os impactos do consumo excessivo de açúcar?
O excesso de açúcar pode provocar diabetes, colesterol alto, gordura no fígado, câncer e até prisão de ventre. Além disso, o açúcar é considerado um alimento de calorias vazias, pois não fornece vitaminas nem minerais ao organismo.
Outro efeito prejudicial é o estímulo da produção de dopamina, hormônio responsável pela sensação de prazer e bem-estar, o que aumenta a vontade de consumir doces. Isso cria um ciclo viciante que dificulta a redução do consumo.