Nesta segunda-feira, 4, os ministérios de Relações Exteriores da Alemanha e da França anunciaram a expulsão de dezenas de diplomatas russos em resposta às agressões de Moscou durante a guerra na Ucrânia.
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O número exato de diplomatas afetados não foi divulgado, mas, segundo a agência de notícias AFP, serão 40 de Berlim e 35 de Paris.
De acordo com a chancelaria francesa, a medida foi necessária para “garantir a segurança dos franceses e dos europeus”.
Já a diplomacia alemã disse que os funcionários russos expulsos da embaixada representam uma “ameaça para quem busca proteção” na Alemanha.
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Nas últimas semanas, outros países europeus tomaram decisões semelhantes, em geral sob a justificativa de que os russos atuavam como diplomatas mas eram espiões ou agentes da inteligência de Moscou.
A Rússia reagiu aos anúncios da mesma maneira com que vinha reagindo a decisões semelhantes anteriores.
A chancelaria russa disse que vai responder à expulsão determinada pela França e que a decisão da Alemanha é infundada e vai levar a uma “deterioração das relações” entre os dois países.
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