Pesquisadores da Fiocruz Rondônia iniciaram uma nova etapa do projeto Pró-Amazônia Malária, voltado para o estudo e controle da doença em áreas de maior incidência no estado. O trabalho de campo está sendo realizado na Bacia Leiteira, região rural de Porto Velho, que concentra o maior número de casos de malária registrados na capital.
Logo nas primeiras horas do dia, a equipe se prepara para mais uma jornada de coleta e análise de amostras. Panos, pinças e frascos fazem parte do conjunto de equipamentos utilizados pelos pesquisadores para estudar o Anopheles, mosquito transmissor da doença. A escolha da Bacia Leiteira como área de estudo foi feita com base nos altos índices de infecção observados nos últimos meses.
O projeto Pró-Amazônia Malária conta com o apoio de instituições como a Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa de Rondônia (Fapero) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Os dados coletados em campo são analisados em laboratório e contribuem diretamente para mapear as áreas de maior risco e aprimorar as estratégias de prevenção.
A malária continua sendo uma preocupação constante nas comunidades rurais. Somente este ano, centenas de pessoas da Bacia Leiteira já foram diagnosticadas com a doença, que causa febre, fraqueza e, se não tratada corretamente, pode levar à morte.
Com dedicação, pesquisa e parcerias, o projeto Pró-Amazônia Malária segue fortalecendo o combate à doença e promovendo saúde e qualidade de vida nas regiões mais distantes de Rondônia.
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