A morte de Brendo da Silva Pontes, assassinado a tiros na noite desta sexta-feira (16) dentro da própria adega, no bairro Colônia Terra Nova, Zona Norte de Manaus, foi marcada por comoção, desespero e acusações públicas feitas pela mãe da vítima logo após o crime.
Em vídeos que circularam nas redes sociais, a mulher aparece em estado de choque e atribui à companheira do filho envolvimento na morte, apesar de não haver, até o momento, confirmação policial sobre a acusação.
Brendo foi morto a tiros dentro do estabelecimento comercial que administrava, localizado na rua Caiena, na comunidade Rio Piorini. De acordo com informações preliminares, o crime apresenta características de execução.
O homicídio ocorreu em via pública e foi presenciado por moradores e frequentadores da adega. A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo e morreu ainda no local, antes da chegada de qualquer atendimento médico. Após o crime, o autor fugiu e não foi identificado até o momento.
Vídeos mostram mãe em choque acusando companheira da vítima
Pouco depois do assassinato, vídeos começaram a circular nas redes sociais mostrando a mãe de Brendo em profundo estado de abalo emocional.
Nas imagens, ela acusa diretamente a companheira do filho de envolvimento no crime, afirmando que nunca confiou na mulher.
“Nunca gostei de ti. Agora tu tirou a vida do meu filho, sua desgraçada. Tu vai pagar. Eu não sei o que fizeram para o meu filho”, disse a mãe, em uma das gravações.
As declarações, feitas sob forte emoção, repercutiram rapidamente nas plataformas digitais.
Apesar da gravidade das acusações, a Polícia Civil do Amazonas informou que não há confirmação, até o momento, de qualquer envolvimento da companheira da vítima no homicídio.
O caso segue sob investigação, e as autoridades reforçam que nenhuma hipótese é descartada, mas que as apurações ainda estão em fase inicial.
Após a realização dos procedimentos periciais no local do crime, o corpo de Brendo da Silva Pontes foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
A investigação ficará a cargo da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que trabalha para esclarecer a autoria e a motivação do assassinato.
Enquanto as investigações avançam, a Polícia Civil orienta que informações relevantes sejam repassadas apenas pelos canais oficiais, evitando julgamentos precipitados que possam comprometer o andamento do inquérito em Manaus.