Nesta segunda-feira, 6, a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) emitiu uma nota em que nega que a defesa de Caio Claudino de Souza, apontado como principal suspeito da morte da servidora do TRT Silvanilde Ferreira, tenha feito até o último sábado, 4, pedido solicitando um novo interrogatório sobre o caso.
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“A PC ressalta que a confissão é apenas um dos elementos corroborativos que levaram Caio a ser apontado como autor desse crime. Porém existes outros, no Inquérito Polícia (IP), que reforçam que ele tirou a vida da servidora federal”, diz a nota.
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A declaração ocorre após o advogado do jovem, Samarone Gomes, dizer que seu cliente mudou a versão de seu depoimento e agora nega ter cometido o crime.
Conforme o advogado, no dia da prisão (31 de maio) do suspeito, Caio estava alterado e assustado, falando “coisa com coisa”. E que durante sua fala à imprensa, afirmou que havia dado apenas uma facada na vítima e posteriormente afirmou que não tinha desferido os golpes.
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