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‘Não vai ter arrego’, dizem professores ao rejeitar proposta e manter greve no AM

A greve dos professores para pagamento das datas-base continua no AM - Foto: Divulgação/Sinteam

A greve dos professores para pagamento das datas-base continua no AM - Foto: Divulgação/Sinteam

Os professores da rede estadual decidiram, por unanimidade, manter a greve e recursar a proposta do governo estadual sobre o reajuste salarial de 14%, no Amazonas.

Os educadores participaram de assembleia nesta quarta-feira (30), segundo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam).

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Os trabalhadores da educação buscam negociar as datas-base atrasadas de 2022 e 2023 desde janeiro deste ano, conforme a instituição.

Ainda segundo anunciado na assembleia, os professores vão estudar uma contraproposta para apresentar ao governo baseada nos 25%.

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Em vídeo, compartilhado nos grupos de WhatsApp, os educadores reforçam que não iram desistir da proposta. “Não vai ter arrego”, cantam em coro.

Assista ao vídeo:

https://portalnorte.com.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Video-2023-05-30-at-15.33.25-1.mp4
Os protestos estão acontecendo desde o dia 17 deste mês – Vídeo: João Paulo Castro

Após recusa da categoria, o Portal Norte solicitou informações do governo estadual para saber quais ações serão tomadas a partir de agora.

Greve e descontos

Por meio de nota, o Sinteam informou ainda que vai recorrer da decisão do Justiça, acerca dos descontos nos salários dos trabalhadores.

Reunião com classe de trabalhadores decidiu manter greve – Foto: Divulgação/Sinteam

Confira a nota na íntegra:

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) informa que irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) emitida pela desembargadora Joana dos Santos Meireles, nesta manhã, que indeferiu o pedido de suspensão do descontos salariais do profissionais da educação do Amazonas e autorizou o bloqueio das contas do sindicato em R$ 210 mil.

O Sinteam já entrou com o recurso quanto à suspensão do movimento grevista e aguarda o período estabelecido para análise.

O sindicato reafirma que cumpriu todos os ritos da greve e que a data-base salarial é um direito do servidor garantido em lei.

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