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Operação Sequaz: Bolsonaro diz que esquerda armou para matar Moro

Ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: José Dias/PR

“Com ou sem mandato servirei à pátria”, disse Bolsonaro. Foto: José Dias/PR

No twitter, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse, sem provas, que a esquerda é a mentora do plano do PCC para matar o senador Sérgio Moro e outras autoridades.

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“Não pode ser só coincidência”, escreveu ele no Twitter nesta quarta-feira (22), após a Polícia Federal (PF) deflagar a operação Sequaz.

O ex-presidente comparou o caso revelado pela PF ao assassinato do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel e o atentando sofrido por ele em Juiz de Fora (MG), em 2018.

Na postagem, Bolsonaro também prestou solidariedade a Lincoln Gakiya, integrante do Ministério Público de São Paulo.

Lincoln é responsável por diversas investigações contra a facção. Segundo a PF, Lincoln Gakiya também era um dos alvos da quadrilha.

Bolsonaro ainda citou ainda que “a CPMI assombra os inimigos da democracia”, em referência à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre os atos antidemocrátivos do dia 8 de janeiro.

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Operação Sequaz

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta (22), uma operação para desarticular organização criminosa que planejava ataque e morte de servidores públicos e autoridades.

O ex-juiz e atual senador Sérgio Moro (União Brasil) disse em rede social que era um dos alvos da operação Sequaz.

Senador Moro diz que estava na lista de criminosos – Foto: Divulgação/PF

Alguns dos crimes que a organização queria executar eram homicídios e extorsão mediante sequestro em cinco unidades da federação:

Segundo investigações, os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea. Além disso, os principais investigados estão em São Paulo e no Paraná. 

Na operação Sequaz, cerca de 120 policiais federais cumpriram: 

O nome da operação se refere ao ato de seguir, vigiar, acompanhar alguém, devido o modo usado pelos criminosos para fazer o levantamento de informações das possíveis vítimas.

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