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‘Vacina é uma decisão de cunho pessoal’, diz assessor de Bolsonaro  

Declaração de Fábio Wajgarten sobre vacina ocorreu em frente à sede da PF - Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Declaração de Fábio Wajgarten sobre vacina ocorreu em frente à sede da PF - Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Parado pela imprensa na saída da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (3), o assessor de Bolsonaro, Fábio Wajgarten alega que vacinar é uma decisão pessoal.

 “O Brasil inteiro conhece a posição do presidente contra a vacina, e a vacina é uma decisão de cunho pessoal, cabe ao presidente decidir, cabe a cada um decidir se vai tomar a vacina ou não e a opinião do presidente quanto a vacinação é notória”, afirmou

No Twitter o assessor publicou:

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Wajgarten estava aguardando as pessoas que foram presas durante a ação da Polícia Federal (PF), que apura possível fraude no sistema de comprovação de vacinação da Covid-19.

Pela manhã, Bolsonaro conversou com os jornalistas ao sair de sua residência acompanhado por seus advogados.

Aos jornalistas, ele afirmou que foi uma escolha dele não tomar a vacina contra a Covid 19, principalmente após ler a bula do imunizante da Pfizer.

“Nunca falei que tomei a vacina. Nunca me foi pedido cartão de vacinação nos EUA. Não existe adulteração de minha parte”, contou.

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O assessor de Bolsonaro ainda destaca que eles não receberam os autos explicando o porquê da investigação contra o ex-presidente e pessoas ligadas a ele.

“O doutor Marcelo Bessa que acompanhou a ação logo cedo de busca e apreensão na residência do presidente, já peticionou ao ministro Alexandre de Moraes para ter acesso aos autos da operação de hoje”, contou

Segundo Fábio Wajgarten, o ex presidente só vai depor quando tiver acesso ao documento.

* Sob supervisão de Francisco Santos

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