Morreu aos 96 anos nesta segunda-feira, 14, em São Paulo, o jornalista e presidente da Federação Paulista de Boxe (FPB), Newton Campos.
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O dirigente era considerado um dos maiores especialistas e entusiastas da modalidade no país.
Histórico de luta
Newton trabalhou no jornal “A Gazeta Esportiva” por 38 anos e foi comentarista de boxe em emissoras de televisão de São Paulo e Rio de Janeiro.
Atuou também como jurado em lutas por títulos mundiais.
Foi eleito presidente da FPB pela primeira vez em 1969 e ocupava o posto, de forma ininterrupta, há três décadas.
O dirigente ajudou na criação do Conselho Mundial de Boxe (CMB) em 1963.
E também fundou a Federação Sul-Americana de Boxe Profissional (Fesubox), em 1972.
Ele idealizou torneios e atuava diretamente na organização do Forja de Campeões.
O evento foi considerado na época o principal torneio para revelação de pugilistas no país, como Éder Jofre e Servílio de Oliveira, ambos campeões mundiais.
Nascido em São Carlos (SP), Newton foi o único brasileiro a presenciar o combate entre os norte-americanos Muhammad Ali e George Foreman,
O embate foi considerado “A Luta do Século”, em 30 de outubro de 1974 na cidade de Kinhasha, capital do Zaire, atual República Democrática do Congo.
Família
O paulista foi casado com Ingrid, com quem teve dois filhos (Marcel e Carlos). E também deixa uma neta, Júlia.
Não foi divulgada a causa morte.
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