Após uma série de acidentes envolvendo motociclistas, o viaduto Rei Pelé, na zona Leste de Manaus, recebeu grades de proteção em pontos considerados críticos.
Desde a liberação da alça viária, em 27 de agosto de 2024, pelo menos cinco acidentes foram registrados no local, resultando na morte de três homens.
O primeiro acidente ocorreu no dia 29 de setembro. Um motociclista, que estaria em alta velocidade, perdeu o controle na curva, bateu no guarda-corpo e caiu da estrutura.
Outros três casos graves aconteceram em janeiro deste ano, incluindo uma queda filmada por testemunhas. O acidente mais recente, que também resultou em morte, ocorreu no dia 17 de maio.
Complexo Rei Pelé
A obra, que custou R$ 82,8 milhões aos cofres públicos, gerou polêmica desde a entrega parcial da alça viária.
Motoristas reclamaram do projeto, que começa com duas faixas e afunila para uma, aumentando os riscos de acidentes. Desde então, usuários das vias têm cobrado medidas de segurança mais efetivas.

Em resposta aos acidentes, a Prefeitura de Manaus, por meio do IMMU, intensificou a sinalização no complexo Rei Pelé.
Instalaram placas verticais, faixas de pedestres, linhas de bordo, tachas de LED e gradis de proteção nos pontos mais perigosos.
As ações também incluem dispositivos sustentáveis, como iluminação solar, e seguem normas internacionais de segurança viária. A entrega definitiva da obra está prevista para junho.
