A Effa Motors, montadora instalada no Polo Industrial de Manaus (PIM), segue avançando nas obras de reconstrução de sua fábrica após o incêndio que destruiu o galpão principal em agosto deste ano.
Enquanto realiza a recuperação do prédio administrativo e demais estruturas, a empresa prepara uma linha de produção provisória para retomar parte das operações ainda em 2025.
Segundo a direção da companhia, cerca de 120 trabalhadores estão empregados diretamente nas obras. O ritmo é considerado acelerado, e a expectativa é que as primeiras etapas da reconstrução sejam concluídas nos próximos meses.
A controller da Effa Motors, Bruna Antunes, afirmou que o apoio recebido tem sido essencial nesse processo.
Suframa acompanha andamento das obras
Nesta segunda-feira (6), uma comitiva da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) visitou o canteiro de obras da empresa para acompanhar o andamento dos trabalhos.
A visita foi liderada pelo superintendente Bosco Saraiva, que reforçou o compromisso da autarquia em apoiar a recuperação da planta industrial.
O incêndio, que atingiu a fábrica no início de agosto, destruiu parte significativa da estrutura e interrompeu temporariamente a produção de veículos. Apesar dos prejuízos materiais, nenhum trabalhador ficou ferido.
Retomada total prevista para o fim do ano
A empresa ainda não definiu uma data exata para a retomada total da produção, mas estima concluir as principais etapas da reconstrução até o fim de 2025. Enquanto isso, a instalação de uma linha de montagem provisória permitirá que parte das atividades industriais volte a funcionar em breve.
A Effa Motors reforçou que o objetivo é garantir a continuidade dos empregos e preservar sua participação no setor automotivo da Zona Franca de Manaus, um dos principais polos de produção da região.
Relembre incêndio
Em 5 de agosto de 2025, um incêndio de grandes proporções atingiu o galpão principal da fábrica da Effa Motors, localizada no Distrito Industrial 2 de Manaus. O fogo começou por volta do início da tarde e se espalhou rapidamente, consumindo parte da estrutura destinada à produção de veículos.
A mobilização para controlar as chamas se estendeu por mais de 24 horas, com apoio da Prefeitura de Manaus, da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e demais órgãos municipais.
Não houve registro de feridos graves, e todos os funcionários conseguiram sair da fábrica durante o incêndio.
A prefeitura tratou o episódio como um desastre ambiental, dada a queima de materiais potencialmente tóxicos no interior da planta industrial, e adotou medidas para monitorar impactos sanitários e ambientais nas áreas próximas.