Em agosto, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar a decisão que suspendeu toda a investigação da operação Hefesto.
A operação investiga supostos crimes de fraude em licitação e lavagem de dinheiro na compra de kits de robótica para 43 municípios.
O caso vai ser deliberado no plenário virtual e termina no dia 21 de agosto, se nenhum dos magistrados realizar pedido de destaque (levar o caso para o plenário físico) ou vista (um tempo maior para análise).
+ Envie esta notícia no seu WhatsApp
+ Envie esta notícia no seu Telegram
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu na quinta-feira (6) as investigações envolvendo o presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL).
Segundo o texto, a Polícia Federal e o Ministério Público não podem avançar no caso até que o STF julgue o pedido da defesa do deputado, para anular a investigação.
Segundo a defesa do deputado federal, a investigação foi irregular desde o início, o objetivo seria apurar o suposto envolvimento de Lira com os fatos.
O presidente da Câmara tem foro privilegiado e só pode ser alvo de uma investigação após a autorização do STF.
RELACIONADAS
+ Votação do novo arcabouço fiscal deve ser votado em agosto, disse Lira
+ PF envia ao STF inquérito contra assessor de Arthur Lira
+ Empresa de filho de Arthur Lira negocia com bancos e ministérios
A polícia Federal apontou suposto envolvimento de Lira por este motivo houve a suspensão das investigações na Justiça Federal e o envio do caso ao Supremo.