O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de “perigo” para Porto Velho devido à previsão de chuvas intensas acompanhadas de ventos que podem atingir até 100 km/h, além do risco de alagamentos.
A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), também disparou o Alerta nº 4, orientando a população sobre o perigo e as medidas de precaução.
O fenômeno deve ocorrer neste sábado (15), com previsão de término por volta das 10h. A intensidade das chuvas pode provocar alagamentos, quedas de árvores e interrupções no fornecimento de energia elétrica.
Alagamentos já atingem cidades de Rondônia
Na manhã desta sexta-feira (14), o Rio Machado transbordou em Ji-Paraná, deixando três famílias desabrigadas.
Segundo a Defesa Civil, o nível da água atingiu 10,88 metros, ultrapassando a cota de inundação, que é de 10,5 metros.
Em Porto Velho, a forte chuva da última segunda-feira (10) obrigou cinco famílias do bairro Porto Cristo a deixarem suas residências por conta dos alagamentos.
A operação de resgate foi conduzida pela Defesa Civil, com apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf).
Algumas famílias receberam encaminhamento para unidades de acolhimento da Prefeitura, enquanto outras buscaram abrigo em casas de parentes.
Monitoramento e suporte às famílias
Equipes da Defesa Civil continuam monitorando áreas de risco para prevenir novos desastres. A Semasf mobilizou assistentes sociais para prestar suporte aos desabrigados e garantir os encaminhamentos necessários.
Moradores que precisarem de auxílio podem entrar em contato com os órgãos responsáveis para obter suporte imediato. A Prefeitura reforça a importância de seguir as orientações de segurança para evitar maiores prejuízos.
Saiba como se proteger
Diante do risco de tempestades severas, a Defesa Civil e a Prefeitura de Porto Velho divulgaram recomendações para minimizar os impactos das chuvas:
- Evitar permanecer embaixo de árvores durante as tempestades;
- Ficar atento a possíveis pontos de alagamento para evitar ficar ilhado;
- Reduzir ao máximo as saídas de casa em caso de temporais intensos;
- Em caso de emergência, acionar os órgãos responsáveis.
O monitoramento das áreas de risco está sendo feito por meio do Programa de Vigilância em Saúde aos Riscos Associados aos Desastres (Vigidesastres), que atua na prevenção e resposta a desastres naturais.