Roraima

Presidente Lula homologa atos para proteção de florestas em Roraima

Lula assina decretos para ampliação de unidades de conservação em Roraima, no Dia da Amazônia.
Redação Portal Norte
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Nesta terça-feira, 5, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou atos para a proteção do meio ambiente e de florestas de Roraima.

A ação ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, na data que marca o Dia da Amazônia.

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O presidente assinou dois decretos que tratam de unidades de conservação (UC).

O primeiro cria a Unidade de Conservação (UC) Floresta Nacional do Parima, no município de Amajari, ao Norte do estado.

Já o segundo amplia a UC Parque Nacional do Viruá, no município de Caracaraí, ao Sul de Roraima.

Além disso, Lula editou decreto já existente que amplia a área da Estação Ecológica de Maracá em 50,7 mil hectares. 

Criação da Unidade de Conservação em Amajari

Segundo destacou o Governo Federal, os decretos garantem a viabilidade ecológica das duas áreas naturais.

A Floresta Nacional do Parima vai partir da fronteira com a Venezuela até a Terra Indígena Waimiri-Atroari, no Amazonas.

“A medida incentiva a formação de um corredor ecológico”, pontuou.

Ampliação do Parque Nacional do Viruá

Em se tratando do Parque Nacional do Viruá, a Unidade de Conservação será ampliada em, aproximadamente, 54 mil hectares.

“A ampliação tem por objetivo garantir a perenidade dos serviços ecossistêmicos, contribuir para a estabilidade ambiental da região e proporcionar o desenvolvimento de atividades de recreação em contato com a natureza e o turismo ecológico”, disse.

Estação Ecológica em Roraima

Estação Ecológica de Maracá – Foto: Divulgação/Governo Federal

O ato editado pelo presidente Lula amplia a área da Estação Ecológica de Maracá em 50,7 mil hectares.

A área está localizada entre os municípios de Alto Alegre e Amajari.

Conforme o Governo, a Estação contribui para a manutenção da área onde vivem 22 espécies ameaçadas de extinção.

“A área proposta para a ampliação é composta integralmente por glebas públicas da União, assim a incorporação à unidade de conservação não implicará em desapropriação e custos relacionados à regularização fundiária”, explicou.

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