Ícone do site Portal Norte

Compositor de ‘Disparada’, Théo de Barros, morre aos 80 anos em SP

Velório de Théo de Barros começa na manhã desta quinta (16) - Foto: Reprodução/YouTube Sesc

Velório de Théo de Barros começa na manhã desta quinta (16) - Foto: Reprodução/YouTube Sesc

O autor da canção “Disparada”, Théo de Barros, morreu aos 80 anos na madrugada desta quarta-feira (15), em São Paulo.

A criação da música é fruto de parceria com Geraldo Vandré e interpretada por Jair Rodrigues.

+ Envie esta notícia no seu WhatsApp

+ Envie esta notícia no seu Telegram

O compositor, violonista e arranjador também é o autor de “Menino das Laranjas”, sucesso da década de 60 na voz de Elis Regina.

Ricardo Barros, filho do compositor que dirigia sua carreira musical, foi quem anunciou a morte do músico.

Conforme a família, o velório deve começar na manhã de quinta (16).

Théo de Barros deixa a mulher, Nene Barros, e dois filhos, Ricardo e Ana Luiza.

Quem era Théo de Barros

Theofilo Augusto de Barros Neto, o Théo de Barros, tinha acabado de completar 80 anos no último dia 10 de março.

Nascido no Rio de Janeiro, o artista começou a tocar violão ainda criança.

O compositor começou sua carreira na década de 50, mas despontou mesmo nos anos 60, com a era dos festivais.

Théo de Barros completou 80 anos recentemente, no dia 10 de março – Foto: Reprodução/YouTube Sesc

RELACIONADAS

+ Jornalista e poeta, Gilson Cavalcante morre aos 68 anos em Palmas-TO

+ Canisso: morre baixista da banda Raimundos aos 57 anos

+ Ator e humorista Antônio Pedro morre aos 82 anos no Rio de Janeiro

Quarteto Novo

Nos anos 60, Théo de Barros fez parte do Quarteto Novo, supergrupo em que tocava contrabaixo e violão.

Théo atuava ao lado do flautista Hermeto Paschoal, do percussionista Airto Moreira e do violeiro e guitarrista Heraldo do Monte.

O Quarteto Novo gravou apenas um álbum solo, que levava o nome do grupo.

A banda também acompanhou Geraldo Vandré no disco “Canto Geral”, de 1968, e os cantores Edu Lobo e Marília Medalha na canção “Ponteio”.

A “Ponteio” foi a vencedora do Terceiro Festival de Música Popular da TV Record, em 1969.

O artista também foi diretor musical de peças como “Arena conta Tiradentes”, “Arena Conta Zumbi” e “Arena Conta Bolivar”, do dramaturgo Augusto Boal.

Barros também deu contribuição para trilha sonora de filmes e novelas e da composição de jingles publicitários. Ele deixou seis discos solos gravados.

No ano de 2017, Théo de Barros venceu o 29º Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor álbum por “Tatanagüê”.

Relembre sucessos de Théo de Barros:

Sair da versão mobile