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Ex-assessor de Bolsonaro não vai prestar depoimento à CPMI, diz defesa

De acordo com autoridades há um "efeito prático" no depoimento do ex-ajudante de ordens Osmar Crivelatti, colhido nesta quinta-feira (31) -Foto: Reprodução/Exército Brasileiro

Depoimento de Osmar Crivelatti esta de acordo com o de Mauro Cid -Foto: Reprodução/Exército Brasileiro

O segundo-tenente Osmar Crivelatti, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não vai prestar depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) de 8 de Janeiro desta terça-feira (19). A ausência de Crivelatti foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. O depoimento de Crivelatti estava marcado para a manhã desta terça-feira (19). 

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Crivelatti é investigado no caso da suposta venda ilegal de presentes e joias recebidas pelo governo passado. Segundo investigações da Polícia Federal (PF), há indícios de que ele teria assinado a retirada do relógio Rolex cravejado de diamantes do acervo onde o objeto estava guardado.

Confira a nota na íntegra:

Respaldado pela ordem concedida no habeas corpus impetrado perante o Supremo Tribunal Federal, o Sr. Osmar Crivelatti optou por não comparecer à CPMI do 8 de janeiro.

Não há dúvidas quanto ao papel democrático das CPIs previsto pela Constituição Federal, inclusive com poderes de realizar diligências investigativas e solicitar o depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. Mas os poderes concedidos às comissões parlamentares de inquérito não são maiores que aqueles dados aos magistrados.

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